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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Capitulo 8


Um gemido escapou dos meus lábios e minhas mãos voaram para a sua nuca o puxando para mim num movimento rápido o que o fez tombar emcima de mim devido ao meu movimento impensado, deixando nossos corpos completamente colados.

O calor do seu corpo sobreaqueceu ainda mais o meu corpo que estava quente somente por eu estar beijando sua pele e o meu baixo ventre se contraiu fazendo com que mais uma onda de desejo se abatesse sobre mim novamente.

Sem pensar duas vezes no meu proximo passo eu colei a minha boca na dele, o fazendo ficar parado por alguns segundos, mas ele não me afastou dele simplesmente ondulou o seu corpo contra o meu, me fazendo gemer dentro da sua boca com o contacto das nossas intimidades cobertas ainda pelas as nossas roupas no caso dele pela falta delas.

Minhas mãos que estavam em sua nuca desceram pelas suas costas largas, arranhando sua pele nua enquanto seus quadris vinham contra os meus ao ritmo rápido do beijo.

Meus gemidos saiam quase desesperados que eram engolidos pelos beijos do Zac, que apertava minha cintura com força sempre que seus quadris vinham contra os meus ou até mesmo quando eu enterrava com força as minhas unhas na carne da sua cintura.

O beijo era duro, rápido, cheio de desejo e sentimentos ocultos.

Sua lingua batalhava contra á minha por espaço dentro da minha boca me fazendo gemer cada vez mais dentro da sua boca enquanto a minha lingua tentava decorar cada canto da sua boca desesperadamente.

As mãos grandes e fortes do Zac entraram em contacto com a minha pele enquanto subiam a minha blusa, fazendo o tecido acumular em meu pescoço deixando meus seios ainda tapados pelo sutea preto expostos.

Ele separou o beijo repentinamente para descer sua boca até ao meu seio esquerdo o tirando de dentro do suteã chupando com força o bico duro fazendo com que um gemido alto saisse por entre os meus dentes enquanto eu agarrava com força os cabelos da sua nuca com força para que ele não tira-se dali a cabeça.

O nome dele saia pela a minha boca sempre que os meus quadris procuravam qualquer tipo de atrito entre as nossas intimidades. E quando elas se encontravam algo dentro de mim expuldia fazendo com que meu desejo se acomula-se entre as minhas pernas.

Num movimento rápido ele tirou a minha blusa junto com meu suteã me deixando nua da cintura para cima. Ele olhou rapidamente para todo o meu corpo me deixando ver seu desejo e devoção no momento em que ele focou seu olhar em mim.

- Como você é linda Vanessa. – Ele sussurou passando a ponta dos dedos pelos bicos dos meus seios fazendo com que um choque de prazer se espalha-se por todo o meu corpo me fazendo estremecer violentamente.

Um gemido baixo saiu de mim e eu num movimento rápido troquei as nossas posições ficando por cima sem vergonha nenhuma de estar quase nua á sua frente.

Dei um sorriso malicioso em sua direção e desci a minha boca pelo seu peito masculo e forte, mordendo seus mamilos um de cada vez levemente, para logo descer os meus lábios em direção ao seu membro ereto que ainda estava guardado dentro da sua box.

Mas não estaria por muito tempo.

No momento em que a minha boca chegou perto da sua virilha eu desci a sua cueca box sem pressa alguma, fazendo com que ele rosnasse alguma coisa por entre os dentes que eu ignorei continuando com a minha tarefa.

No momento em que a box saiu do caminho o seu membro saltou em sua gloria enfrente ao meu rosto me fazendo rir em devoção e espanto.

- Sabe é meio broxante quando uma mulher ri do seu membro. – Ele resmungou mal humurado me fazendo levantar a cabeça na sua direção assim que ele começou a falar.

- Mas eu não to rindo da sua magnitude e sim rindo espantada com todo esse tamanho. – Atirei de volta para ele pegando em seu membro grande entre os meus dedos, para sublinhar o que eu tinha dito.

Um gemido alto saiu por entre os seus lábios e eu aproveitei a deixa para o engolir por inteiro todo o seu tamanho, sentindo ele ocupando e preechendo deliciosamente cada canto da minha boca.

Os meus movimentos em vez de serem lentos, eram rápidos e ritmados o levando á borda, o fazendo pragejar por entre os dentes, junto com o meu nome enquanto eu chupava com força cada vez que eu chegava perto da ponta do seu membro o sentindo estremecer dentro da minha boca.

Minhas unhas arranhavam a sua virilha perto das suas bolas o que o deixava ainda mais louco já que eu sempre arranhava quando chupava a ponta do seu membro com força o deixando perto.

Quando senti que ele estava prestes a gozar tirei a minha boca dele sobre o protesto murmurrado do Zac e me levantei rapidamente, ficando de pé em cima da cama olhando para o homem em baixo de mim que agora estava com a sua mão grande em volta do seu membro acariciando lentamente sua eroção enorme e avermelhada.

Num movimento de coragem e rapidez tirei o resto das minhas roupas ficando completamente nua para ele e me sentei em suas pernas novamente passando minhas mãos pelo seu peito vendo que ele olhava cada parte de mim com atenção e devoção.

- Você tem certeza Vanessa? – Ele sussurou me puxando para ele nos virando logo de seguida ficando por cima com os olhos postos em cima de mim com atenção.

Todo o meu corpo estava em chamas, dormente e sedento por ele. Eu não sabia como falar já que eu sentia a minha garganta seca então somente assisti com a cabeça abrindo as pernas para que ele se acumudasse melhor entre elas.

Pronta para o receber finalmente depois de um mês desejando e querendo ele para mim.

Ele se ajeitou melhor em cima de mim alinhando seu membro á minha entrada sem tirar seus olhos azuis e escuros de prazer dos meus.

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OH OH OH OH OH VAI ROLAR PREVIS!!!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKK É dessa que esses dois se pegam de vez!
O que acharan? Gostaram?
Hoje tem capitulos a dobrar!
Beijos e ate amanha!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Capitulo 7


Era a minha decisão.

Ele estava me dando uma chance de decidir por ficar do lado dele ou sair.

Arrumar minha vida longe daquele mundo.

Eu sei que no fundo tudo o que ele estava dizendo é demais para mim, que eu nunca serei como ele ou qualquer que esteja do lado dele. Tudo ali gritava poder, dominio e força.

Coisas que eu nunca tive na minha vida. E se tive foram destruidas pela a pessoa que eu chamo de pai.

Durante toda a minha vida eu havia sido botada para baixo, guardando cada coisa maldosa que fizeram comigo dentro do meu ser fazendo com que eu me fecha-se cada vez mais para todos á minha volta. Afastando qualquer coisa boa de mim.

Anos e anos naquela vida miseravel que o meu pai me obrigou a mim e á minha mãe a vivermos, porque era preguiçoso demais para levantar a bunda do sofá e procurar um emprego digno, colocar comida em casa e fazer com que a sua familia fosse feliz, mesmo com o pouco que ele podia nos dar.

Mas não. Ele preferiu escolher um caminho pior para tudo o que ele construiu.

Destruindo minha mãe, me destruindo junto só porque não tinha tudo o que queria á sua disposição. Só porque o pouco
dinheiro que ele ganhava nós jogos era gasto com despejas e mais despejas da casa ou da minha escola.

Eu havia guardado tudo dentro de mim para um dia poder virar o jogo a meu favor.

Era isso que estava acontecendo agora.

O jogo estava virando. A meu favor.

O homem é minha frente está disposto a me ajudar e a me vingar de tudo o que o meu pai fez á minha mãe e a mim durante todo esse maldito tempo.

Essa era a hora que eu podia me vingar.

Ajudar a minha mãe e expludir com a pessoa que se dizia ser meu pai. Que eu chamo de pai ou chamava.

Mas será que eu seria capaz de fazer mal a uma pessoa que me fez mal, mesmo sabendo que seria a unica forma de parar com todo o pesadelo que ele nós fez passar?

Eu não sei a resposta a essa pergunta.

Nenhuma pergunta mental poderia ser respondida agora.

Só seriam respondidas no no momento em que eu estaria cara á cara com a pessoa que durante anos destruiu minha familia.

A familia que deveria ser dele também.

A familia que ele deveria ter cuidado com todo o amor e carinho.

- Eu fico. – Foi a unica coisa que saiu da minha boca, mesmo no meio da confusão de perguntas mentais se apoderam de mim neste momento.

Tentando afastar a enxurada de perguntas que assaltaram a minha mente eu olhei na direção do Zac.

Ele está me observando.

Seus olhos azuis estam focados nos meus, procurando, pesquisando, assaltando a minha mente.

Eu sei o que ele está procurando.

A chama da duvida que eu tenho a certeza que está dentro de mim queimando todo o seu caminho.

Mas eu preciso disso.

Eu mais que nunca preciso deixar a duvida de lado e lutar por tudo o que eu perdi.

Mas antes de tudo acontecer, eu preciso de me sentir protegida. Eu não poderei atacar sem antes me defender de todo o mal que ele me fez.

Ele era a chave da minha proteção.

Algo dentro de mim dizia que era ele quem estaria do meu lado seja na hora que for.

Ele iria me ajudar a recuperar a minha mãe, salvar o resto da minha familia.

- É a sua resposta final? – Ele perguntou levando o copo de liquido ambar á boca mantendo seus olhos extremamente azuis nos meus. Ainda me avaliando.

- Sim eu quero ficar aqui, convocê. – Eu respondi sem desviar meus olhos dos dele.

Esta era a minha decisão final. Que se dane as duvidas. Ele estaria ali eu sei disso.

[...]

Já havia passado um mês desde do dia em que o Zac havia me contado sobre a sua familia e me dando a escolha de premanecer ou sair da casa dele.

Após aquele dia ele virou minha vida de pernas para o ar. Me fazendo procurar sentimentos que eu nunca pensei que tivesse dentro de mim.

Raiva.

Odio.

Nojo.

Desejo.

Vingança.

Paz.

Amor.

Raiva por tudo o que o meu pai havia me feito. Raiva por nunca ter me levantado e retribuido cada palavra e cada agressão fisica.

Odio por eu não ter feito nada mais cedo para ajudar a minha mãe a sair da situação em que estavamos a viver e do qual ela vive agora. Odio de ele nós ter posto naquela situação e de não ter feito nada para se redimir.

Nojo da forma como o meu pai tratava a minha mãe na minha frente, da forma nojenta como ele a forçava a fazer as coisas mesmo comigo ouvindo. Nojo de como ele olhava para a minha tia e fazia o mesmo que fazia com a minha mãe.

Desejo pelo o homem que estava me ensinando tudo sobre o mundo do crime. Desejo pelo o corpo quente, pelas mãos grandes e asperas e pelos lábios finos. Desejo de vingança. Desejo pela a destruição daquele verme que nunca foi um pai.

Vingança pela a vida perdida, pela a vida destruida que eu tinha. Vingança pelos os anos em que eu, minha mãe e a minha tia sofremos nas mãos dele. Vingança pela a minha juventude perdida.

Paz quando estava abraçada ou simplesmente olhando nos olhos azuis do Zac. Paz quando eu me sento perto de algum membro dessa familia. Paz comigo mesma quando eu me deito á noite no silencio do meu quarto e dormo sem ter medo de acordar com os gritos desesperados da minha mãe.

Amor era o que fazia meu peito bater mais forte sempre que ele se aproximava de mim. Amor quando ele se encostava nas minhas costas posicionando meu corpo para atirar ou para me ensinar alguma coisa nova. Ou quando estava falando contra o meu ouvido me dando instruções simples sobre uma nova missão ou estrégia de ataque ao inimigo, mesmo que estivessemos na sala de treinos da enorme mansão.

Todos esses sentimentos desconhecidos fazem parte da pessoa que eu estou me tornando a cada dia que passa.

A pessoa que se move em torno das pessoas silenciosa, mas atenta.

A pessoa que não fala, mas que tem a palavra “perigo” brilhando em torno de si.

A pessoa que nasceu para liderar.

A pessoa que todos os dias é treinada lado a lado com um dos homens mais poderosos do sub-mundo.

E que a cada dia que passa se torna parte do mundo obscuro, da parte negra da sociedade mundial.

Essa pessoa sou eu!

A familia do Zac havia me aceitado muito bem após que o tema da nossa conversa foi revelado ao grupo.

A Ashley – irmã do Zac – foi a unica que me estranhou um pouco no inicio, mas agora ela agia de uma maneira completamente diferente.

Ela me ajuda todos os dias, me ensina como o corpo o humano reage ao medo, á presão e ao sentimento de “fim de vida”.

Me ensina como ser letal e silenciosa, sem deixar rastos.

Me ensina a ser quase uma máquina de matar fora dos portões da mansão.

O eu lá fora e o eu cá dentro são completamente diferentes!

Dentro de casa eu continuo a ser eu mesma.

Falo abertamente com todos eles, brindo e comunico com todos eles.

E a cada dia que passa amando todos eles como uma familia.

A minha nova Familia.

Mas fora dos portões a historia é completamente diferente.

Toda a tranquilidade que eu sento ao lado de cada pessoa dessa familia evapurava e eu simplesmente me sentia fria, fora da minha zona protegida.

Como o Dylan diz eu fico L.S.P.

Ou seja.

Letal. Silenciosa. Perigosa.

Eu viro a pessoa que o Zac treinou com tanto esmero e dedicação.

Uma das melhores.

Uma das mais perigosas lideres que o Zac já treinou.

[...]

Hoje é Domingo.

Dia de almoço em familia.

O dia em que ningum de nós poderia sair.

Com todos os domingos eu me levantei com um enorme sorriso estampado no rosto.

Hoje de acordo com o jornal o dia será de sol e o Zac no inicio da semana decidiu que iriamos fazer um churrasco.

Nas palavras dele: “Aproveitar cada migalha de Sol que o dia nos daria!”

Bom não que os dias quentes fossem raros em Miami, mas o homem é que sabe. Ele quem manda.

Ele despensou todos os empregados da casa e recrutou todos os homens da familia para o ajudarem na preparação das carnes e afins.

Foi engraçado ver o Chris – marido da Ashley -, David – pai dele- e o Dylan – irmão mais novo dele- o olharem desconfiados e ao mesmo tempo desanimados com as tarefas que ele havia lhes dado.

Nós mulheres iriamos ficar com as tarefas mais basicas como preparar as saladas e batatas para acompanhar com as carnes, os pães e bebidas.

Muita cerveja, vinhos e sucos frescos ou água.

Caminhei em direção ao meu enorme closet e com alguma desanimação olhei para as minhas enumeras possiblidades de conjunto á minha frente.

A Ashley – para meu espanto – é do tipo consumista compulsiva. Todas as nossas idas ao shopping ela comprava pelo o menos metade de cada loja que nós iamos, acabando por mais tarde levar um sermão do Zac por consumir tanto.

Não que o dinheiro fosse problema para eles.

Como iriamos ficar por casa optei por um short ganga clara, um top de lantejolas preto que vai deixar concerteza um pouco da minha barriga mostrando e umas vans pretas também de sola branca.

Já com a roupa escolhida na mão foi para o banheiro me preparar.

Tomei um banho quente e longo espantando o cansaço e o sono me deixando quase completamente acordada para o dia.

Antes de vestir o conjunto escolhido eu passei uma maquilhagem leve sem grandes exageros e deixei meus longos cabelos soltos ao redor do meu rosto apanhando somente as franjas numa poupa baixa e descreta.

Então já com a maquilhagem e o cabelo pronto peguei na minha roupa e tratei de me vestir sem grande pressa afinal ainda são nove e meia da manhã.

Saindo do banheiro foi até á minha pequena pentiadeira onde tinha a caixa de joias que o Zac havia me oferecido na minha segunda semana aqui e peguei um colar duplo com duas pedrinhas azuis completando o look.

Peguei no meu iphone – presente do Zac - e nos meus oculos de sol e os colocei na cabeça. Peguei no meu frasco de perfume e burifei um pouco atrás das minhas orelhas e sorri.

Já pronta e perfumada sai do meu quarto em direção ao quarto do Zac.

Como eu sei que ele ainda está concerteza dormindo, eu não me encomudo mais de bater.

Dito e feito.

Assim que eu fechei a porta atrás de mim e me virei na direção da cama, vi o corpo dele completamente estendido no meio da cama kinge-size, lençois embolados em seus pés e somente de cueca box preta.

Depois da minha segunda semana aqui, eu já me sentia completamente á avontade em torno dele e do seu estado de espirito.

Então sempre que eu acordo primeiro eu tomo a liberdade de vir até ao quarto dele e acorda-lo para mais um dia.

Ele não reclama e eu fico feliz em poder ser a primeira pessoa a ve-lo antes de todo o mundo.

Um enorme sorriso se abriu em minha boca e eu coloquei o meu celular e oculos de sol na comuda do quarto.

Com todo o cuidado subi na cama tentando não mexer mundo com ela e me sentei em sua bunda.

Uma risada baixa saiu da minha boca quando ele resmungou meu nome.

Sem desfazer meu sorriso me debrucei sobre ele deixando com que os meus cabelos formassem uma especie de cortina em torno de nós os dois e levei meus lábios ao seu ouvido.

- Hey bebezão acorde. – Sussurei em seu ouvido.
Mesmo assim ele fez bico e virou o rosto na direção contraria me fazendo rir novamente da fofura matinal dele.

Era sempre um pesadelo fazer esse homem acordar.

Geralmente eu demoro cerca de 10 minutos só para que ele abra os olhos na minha direção.
Então hoje não seria o contrario. Eu acho.

- Baby por favor só mais um pouco. – Ele resmungou baixinho em seu sono me fazendo rir novamente dessa vez um pouco mais alto.

- Não! Levante dessa cama! Lembra-se que temos um churrasco hoje? – Eu perguntei massajando suas costas o fazendo soltar um gemido baixo contra a almofada onde seu rosto estava enfiado.

- As empregadas tratam de tudo não se preocupe. – Ele resmungou a meio de um gemido me fazendo rir novamente.

Me debruçando sobre ele novamente, passei a beijar a linha da sua coluna e passar ambas as mãos nas suas lateriais apertando e arranhando o caminho durante o processo.

Eu podia ver a sua pele se arrepiando cada vez que as minhas mãos arranhavam ou quando a minha boca chupava levemente um pouco da carne dos seus musculos.

Assim que eu subi novamente para repetir o processo ele soltou um gemido alto ele nós virou rapidamente ficando por cima assim. Me fazendo sentir o calor da sua erução contra a pele exposta do meu estomago.

Completamente assustada com a reação dele o olhei em seus olhos e o vi me encarando.

O azul claro dos seus olhos estão escuros e brilhantes de desejo.

Algo dentro de mim se derreteu me fazendo gemer encarando seus olhos.

Seus olhos ardentes. Seu olhar de fome. Seu olhar de predador.

Esse olhar estava somente em cima de mim. E eu farei qualquer coisa para que seja somente para mim.

Seja o que for!

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Look da Vanessa:

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Oie gente!!!!!
Voltei *-*
Minha nossa eu me debati para escrever esse capitulo!
Achei "a nova vanessa" muito fria. o.O mas só quando esta sem o Zac porqe com o Zac a coisa é outra coisa kkkkkkkkkkkkk

Eu tenho o proximo capitulo programado para mostrar definitivamente a nova vanessa!
Bom espero que gostem!
Beijos e ate amanhã!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Capitulo 6


Não liguei muito para as pessoas que estavam a alguns metros de mim sentadas na enorme mesa da sala e apenas caminhei lentamente até ao Zac que parecia completamente alheio a tudo á sua volta, envolto num manto negro de poder e promessas de vingança fazendo qualquer um que tentasse se aproximar se afastar no mesmo minuto que esse pensamento lhe passou na cabeça devido ao medo.

Eu sabia que de alguma forma que ele não rejeitaria a minha aproximação por isso mesmo eu arrisquei deixando somente minha razão e o meu sexto sentido me guiarem ignorando todos os sinais de perigo que saiam do corpo dele como ondas pequenas num aviso claro demais para qualquer um á sua volta.

Quando já estava perto o suficente dele espalmei a minha mão menos machucada em suas costas sentindo todo o seu corpo estremecer sob o meu toque enquanto uma corrente eletrica passar pelos meus dedos se alastrando pelo o resto do meu corpo.

- Bom dia. – A voz baixa com que ele se pronunciou mostrava uma calma letal, cortante e perigosa.

Eu podia saber muito pouco dele e o conhecer á pouco mais de vinte e quatro horas eu sabia que podia confiar nele cegamente sabendo que ele estaria ali para mim, cada cuidado e cada olhar ou até mesmo palavra dele ontem mostrou um homem completamente diferente do que estava agora encarando a janela.

O homem vestido de preto á minha frente exala poder por todos os seus poros mostrando o lider nato que ele era ou que ele é.

- Bom dia Zac. – Sussurei me aproximando um pouco mais do corpo dele enquanto corria minha mão até ao fundo das suas costas para logo envolver sem qualquer tipo de medo meus braços em sua cintura.

Ouvi um suspiro baixo sair por entre os seus lábios enquanto seu corpo relaxava visivelmente contra o meu me fazendo colar ainda mais meu peito em suas costas ao mesmo tempo em que as suas mãos quentes pegavam nas minhas geladas e acariciava ambas as palmas feridas.

- Eu preciso conversar connvoce pequena. – Ele sussurou enquanto me puxava para me colocar á sua frente e me fazendo olha-lo em seus olhos azuis claros cobertos de mistérios.

- Sobre o que? – Sussurei de volta para ele envolvendo sua cintura com ambos os meus braços o vendo abrir um sorriso preguiçoso me fazendo sorrir de volta para ele.

- Sobre mim e a minha familia, depois você decide se quer ficar ou ir. – Ele disse ficando serio novamente enquanto eu observava seu rosto com atenção procurando qualquer tipo de brincadeira em suas feições, mas ele continuava igual.

- Tudo bem quando voce quer conversar? – Perguntei enquanto sentia a ponta dos dedos dele em contacto com a blusa que eu estava usando.

- Coma alguma coisa depois vamos até ao meu escritório. – Ele respondeu sem tirar seus olhos claros dos meus.

[...]

Durante o pequeno percurso em direção á enorme entrada do escritório onde nos estavamos agora eu pode sentir todo o medo e o nervosismo se agitar dentro do meu estomago fazendo o meu pequeno almoço leve subir pelo o mesmo caminho do
qual desceu.

Agora já dentro do enorme escritório eu me permiti abstrair um pouco do nervosismo e da curiosidade para analisar a decoração pesada e misteriosa do comudo.

As paredes que revestiam o escritório eram de um preto petroleo condizendo ironicamente com os enormes sofás brancos puros que haviam perto de uma mesinha de centro no canto mais afastado do comudo.

Ele estava sentado atrás de uma enorme mesa branca pura também onde repousavam um laptop negro com as suas iniciais gravadas a dourado (ouro), duas cadeiras de couro negro estavam situadas de frente para a mesa de escritório condizendo com a dele, mas esse tinha um tamanho ainda maior que essas.

O que mais me impressionou em tudo aquilo eram as enormes televisões que havia na parede atrás dele completamente desligadas.

- Senta-se Vanessa temos muito que conversar antes de você tomar uma decisão muito importante. – A voz seria e fria dele soou pelo o enorme comudo chamando minha atenção novamente para ele.

Todo o meu deslumbramento pelo requinte, simplicidade e luxo daquele lugar recoou dando lugar novamente ao nervosismo fazendo meu corpo estremecer enquanto eu caminhava em direção a uma das cadeiras em frente á mesa dele onde haviam algumas pastas de capa lisa estavam dispostas.

- Sobre o que você quer falar Zac? Está me deixando assustada! – Perguntei assim que encontrei alguma sentelha de coragem e consegui me prenonciar sem parecer fraca ou até mesmo medrosa enquanto me sentava numa cadeira de frente para ele olhando em seus olhos extremamente misteriosos e azuis.

- Relaxa eu quero que você saiba um pouco sobre o que eu a minha familia somos no meio social em que vivemos. – Assisti lentamente com a cabeça enquanto as palavras me fugiam novamente da boca esperando ansiosamente que ele continua-se.

Ele não disse mais nada por um longo minuto enquanto seus olhos azuis misterioso corriam pelo o meu rosto me avaliando ou até mesmo procurando por alguma coisa em mim que eu não sabia o que era para poder dar-lho sem pensar duas vezes.

- Minha familia é uma das mais poderosas do nosso meio. – Ele disse enquanto se levantava do seu acento e caminhou até a um pequeno bar que havia perto da mesa dele que eu não havia reparado mais cedo. – Eu sou considerado um dos mais importantes mafiosos, dono de metade da cidade onde nós vivemos, tenho traficantes em cada canto do pais, sou temido e respeitado. – Senti o ar escapar mais uma vez por entre os meus dentes enquanto ouvia todo o que ele tinha para me dizer.

- Sua familia toda é? – Perguntei tentando a todo o custo ingerir um pouco daquela informação que ele estava me dando.
Então era essa a decisão? Me tornar um deles ou ir embora?

- Entenda Vanessa eu sei que é um choque para você saber que saiu de casa de um homem sem escrupulos como o seu pai para ser salva por um mafioso perigoso um dos mais perigosos de Miame na verdade. – Ele disse enquanto seus olhos se focaram nos meus novamente fazendo todo o meu interior se dereter ao ver a preoupação dele parac comigo. – Eu não vou machuca-la se decidir ficar irei ajuda-la a tirar sua mãe e sua tia de onde elas estão e coloca-las a salvo e mandar seu pai para o inferno. Eu só preciso que confie em mim e na minha familia o resto agente trata junto.

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Olá meninas *-*
Bom depois de ter postado mais uma One shot vim aqui para postar mais um capitulo do nosso mafioso!
O que acharam? Será que a Vanessa fica? será que ela vai? Será que ela confia?
*------------* Quem nao viu a one corra Doce Nerd esta postado la no blog das one!
Comentem bastante para me deixar feliz!
Beijos e ate ao proximo capitulo vou tentar nao demorar tanto dessa vez!
XOXO

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Capitulo 5


Eu podia sentir a pequena ardencia em meus olhos após a minha primeira tentativa de os abrir depois de várias horas de sono enquanto sentia cada parte do meu corpo completamente relaxado contra o colchão macio e cheiroso da cama em que o Zac havia me colocado na noite anterior.

Eu me sentia um pouco envergonhada já que após a minha confissão sobre o meu passado não tão passado assim o Zac me carregou para o quarto sobre a chuva de perguntas das sua familia que ele não me deixou responder, enquanto ordenava para a sua irmã ou até mesmo a sua mãe trouxe uma camisola de dormir e alguns itens de primeiros socorros para ele tratar das minha feridas que ardiam ainda em minha pele.

Após um “exame” rápido de toque ele me deu um comprimido para a dor que aliviou quase que imediatamente todas as minhas dores e logo de seguida enfaixou minhas costelas me imoblizando quase que completamente me impossiblitando de me mover minimamente.

Corri rapidamente meus olhos por todo o quarto admirada com as enormes janelas de vidro que rodeavam todo ele como se fosse um aquario humano com enormes cortinas negras contrastando com o branco limpo das carpetes e das paredes, tirando o negro da cama e dos lençois macios e a pintura de duas inicais numa das paredes ao lado da porta “Z.E”.

Havia um quadro em preto e branco com uma fotografia do homem que havia me salvado e sorri suspirando baixinho sentindo uma dor incomuda em minhas costelas machucadas.

Cansada de estar na cama joguei os lençois e a colcha negra para o lado e me levantei rapido demais fazendo uma careta assim que senti uma fisgada absorda de dor me trepassar quase me levando ao chão.

Com alguma dificuldade devido á dor me indireitei ignorando completamente a dor trocidante que estava sentindo em minhas costelas e caminhei meio incerta em direção ao banheiro em qual eu tinha tomado banho na noite anterior antes que ele podesse me examinar.

Eu sentia todo o meu corpo um pouco tremulo devido á dor que eu estava sentindo em minhas costelas, mas mesmo assim eu retirei a camisola branca muito fina que a irmã do Zac havia me emprestado e me olhei atravez do enorme espelho que havia em uma das paredes do banheiro negro do quarto.

Em cada parte escondida do meu corpo havia pequenos hematomas de aspeto recente ou outros nem tanto já que apresentavam um verde amarelado dando sinais que iam desaparecer tão rapido como apareceriam.

As lembranças da ultima noite em que apanhei me atingiu novamente fazendo um suspiro de dor sair por entre os meus lábios enquanto meus olhos passavam pelos hematomas, um a um relembrando o rosto choroso da minha mãe e a expressão assacina que ele mantinha a cada soco, pontapé ou soco que ele me dava.

Balancei minha cabeça levemente despensado todas aquelas lembranças e ignorei os hematomas em meu corpo enquanto eu retirava a faixa que envolvia as minhas costelas num aperto quase assacino mas delicado com cuidado para não me machucar ainda mais e a coloquei – já enrolada novamente – em cima da pia para que após o banho recolocar.

Já pronta para o banho tratei imediatamente de entrar no enorme chuveiro do banheiro deixando o fluxo de agua morna cair em minhas costas me relaxando os meus musculos doridos devido á tensão dos ultimos acontecimentos.

Eu não sei realmente quanto tempo eu passei debaixo do fluxo quente da água, mas assim que senti todos os meus musculos menos doridos e tensos, tratei de me lavar com cuidado já que mesmo mais relaxada a dor em minhas costelas não tinha diminuido um minuto sequer.

Assim que me senti completamente limpa peguei numa das toalhas que estavam penduradas no ganjo ao lado da box e enrolei em meu corpo saindo da box com cuidado para não escorregar no piso humido do banheiro.

Me sequei com calma tomando o cuidado exagerado com cada movimento mais brusco que eu fazia devido á dor que eu sentia cada vez que sentia um puxão vindo da fratura. Já completamente seca envolvi a faixa á volta das minhas costelas fazendo a pressão certa as fazendo estalar e uma dor quase agoniante me trepassar quase me levando ao chão.

Como eu não tinha qualquer tipo de troca de roupa limpa recoloquei a calcinha e suteã da noite anterior me sentindo suja novamente e logo de seguida a camisola envolvendo os meus cabelos humidos na toalha saindo do enorme chuveiro com calma já que a dor quase me impossiblitava de andar.

Assim que me vi dentro do quarto cambaliei rapidamente até á cama com ideias de me deitar um pouco para ver se aliviava as dores até que podesse pedir ao Zac um novo comprimido.

Antes que eu podesse me deitar como havia planejado reparei que em cima da mesinha de cabeceira descansava uma pequena bandeja com um corpo de agua e uma cartela de compridos ao lado e um pequeno bilhete reencostado no mesmo me fazendo sorrir enquanto sentia minhas bochechas corarem.

Quando cheguei um pouco mais perto da mesinha peguei no papel dobrado em dois com o meu nome numa das frente com uma letra elegante e muito bonita, com uma calma quase que enervante desdobrei o papel e senti mais uma vez todo o meu rosto pegar fogo.

“Bom dia morena,
Em cima da cama está uma pequena sacola com roupas interiores limpas e novas e um conjunto de roupa escolhido pela minha irmã para você usar hoje já que iremos sair os dois.
Vista-se e me encontre na sala de jantar para podermos tomar o dejejum juntos.

Com amor,

Z.E.

P.s: Tome apenas um irá ser suficente para aliviar a dor que deve estar sentindo.”


Eu sentia todo o meu rosto ferver enquanto lia as palavras carinhosas que aquele homem desconhecido enquanto meus olhos observavam a sacola negra que havia emcima da cama completamente inofensiva.

Sentindo a curiosidade me matar caminhei até ela ignorando o comprimido para dor e a peguei na minha mão vendo que no topo havia uma caixa de sapatos e uma pequena bolsa negra.

Levada pela a minha curiosidade e ansiedade para me arrumar tratei de retirar com a minha mão livre a caixa de sapatos e a bolsa – agora já identificada como uma bolsa de maquilhagem – vendo que no fundo da sacola havia uma camisa azul devidamente dobrada e umas calças-legins pretas.

Suspirei baixinho ao ver todos aqueles itens assim como uma corrente de ouro repousada sobre as calças e fechei os olhos tentando controlar a pessoa orgulhosa dentro de mim.

[...]

A cada passo que eu dava em direção á sala de jantar onde todos eles provavelmente me esperavam eu sentia as minhas pernas ficarem cada vez mais tremulas e bambas enquanto ouvia o ruido baixo e abafado dos saltos que eu estava usando baterem contra o piso encarpetado negro que cobria todo o corredor.

Após estar completamente pronta e sem requesito de dor em meu corpo devido ao comprimido milagroso que ele havia me deixado sai do quarto sendo logo de seguida surpreendida por um homem vestido totalmente de preto que com apenas uma frase me desejou um bom dia e me pediu para segui-lo já que o “Senhor Efron” me esperava na sala.

Sem dizer uma unica palavra ao homem desconhecido para mim o segui olhando para as minhas completamente bem delineadas com as calças negras que eu havia colocado que aderiou ao meu corpo como uma segunda cama de pele.

A camisa azul caia muito bem em meu corpo do qual eu deixei completamente fechada e com o colar que a irmã do Zac havia colocado lá aparecendo do lado de fora como as tendencias de hoje mandavam dando um ar chique e requintado ao meu figurino.

Meus cabelos lavados estavam soltos em minhas costas e eu havia feito uma maquilhagem leve em meu rosto somente para esconder alguns hematomas em meu rosto me deixando quase perfeita.

Devido á paragem abrupta do homem á minha frente choquei meu corpo contra as suas costas completamente duras fazendo a dor nas minhas costelas voltar á força toda e se alastar lentamente pelas minhas costelas.

- Me desculpe senhorita Hudgens. – Ele pediu e eu dei de ombros tentando disfarçar minhas dores olhando para a porta de madeira detalhada á minha frente respirando fundo.

- Está tudo bem eu não estava prestando atenção. – Sussurei num folego só sentindo a dor recuar aos poucos.

- Pode entrar o senhor Efron a espera senhorita. – Ele disse me observando detalhadamente e eu apenas agradeci e empurrei as duas portas entrando na enorme sala de jantar onde todos eles já estavam sentados conversando entre si não vendo dando conta da minha presença.

Olhei em volta e o vi de costas para todos eles olhando pelas enormes janelas que davam para o jardim completamente serio com uma expressão quase assacina em seu rosto que parecia prometer vingança a qualquer um que respirasse ou mostrasse ser perigoso.

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Oie minhas lindas!!
Hoje como cheguei com mais tempo a casa decedi postar novamente já que o capitulo já estava completamente escrito no meu caderno era só passar pro pc e já era!
Bom eu sei que estou em falta com todas voces, mas daqui a uma semana no maximo tudo volta ao normal!
Então me digam o que acharam do capitulo e comentem BASTANTE!
Amanha passo denovo para deixar mais um capitulo para voces!
The Sexy Girl também já tem capitulo viu? Passem por la!
Beijos e até mais !
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LOOK da Vanessa:

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Capitulo 4


A mulher que estava em pé ao lado do sofá maior onde estavam os pais do Zac olhava para nós curiosa enquano ela encarava quase em descrensa a minhas mãos no rosto bonito do loiro que agora apertava a minha cintura com medo que eu saisse dali correndo com o olhar determinado que ela dava na minha direção.

Ela era linda muito linda na verdade! Suas roupas escuras destavam sua pele levemente morena, seus longos cabelos loiros caiam em volta do seu rosto um ar quase angelical, seus olhos castanhos estavam destacados com sombras e lapis pretos dando a ela uma versão quase sombria de um anjo.

Me encolhi de medo quando vi que ela agora caminhava na minha direção sem tirar seus olhos castanhos de cima de mim como se tenta-se ler cada pensamento que ultrapassava a minha mente ou como se espera-se um movimento meu para atacar.

Assim que ela parou na minha frente eu olhei novamente seus olhos os vendo brilhar em determinação. Ela pegou na minha mão livre e fixou seus olhos em minha palma arranhada e suja de terra observando os meus ferimentos me fazendo corar de vergonha, senti seus dedos quentes passar por um dos ferimentos mais profundos e estremeci de dor retirando rapidamente a minha mão da dela me encolhendo contra o peito do Zac que me abraçou sussurando em meu ouvido palavras doces para me acalmar já que meus olhos se encheram de água devido á ardencia em minha palma.

- Porque que essa menina está com sinais de maus tratos Zac? – Ouvi a voz da mulher encher a sala silênciosa me fazendo encolher de medo já que a raiva contida estava marcada em seu tom.

- Eu não sei minha irmã eu a encontrei do lado de fora dos portões chorando caida. – Ele sussurou para ela enquanto eu escondia meu rosto em seu peito enquanto as lágrimas descorriam pelas minhas fases novamente.

Novamente o silêncio se instalou no enorme aposento em que nos estavamos me fazendo encolher ao sentir todos os olhares em minhas costas as fazendo queimar me deixando ainda mais apavorada com o que eles podessem pensar de mim naquele momento.

- Eu estava na sala de vigilancia e não a vi lá Zac. – Uma nova voz se pronunciou me fazendo levantar a cabeça tentando descobrir quem havia falado já que eu ainda não so conhecia e não sabia quem é quem.

O cara que havia me assustado á uns minutos atrás estava com os olhos postos na mesa de centro enquanto seu sembleta era pesado como se ele estivesse se sentindo culpado, olhei para o rosto do Zac que havia parado de acariciar as minhas costas e estava de olhos postos no homem á sua frente como se espera-se que ele o olhasse para poder descarregar sua raiva.

Apertei o braço do Zac o repreendendo levemente mesmo sabendo que não tinha direito para o fazer, mas eu não podia deixar que ele repreendesse o homem que não tinha obrigação de me ajudar ou de ver se eu estava lá ou não. Ele olhou para mim e vi o brilho perigosos em seus olhos me fazendo o encarar ainda mais demostrando que não tinha medo dele, pelo menos não por enquanto.

- Meu filho o que vamos fazer com a moça? – A voz do homem que estava ao lado da mãe do Zac se pronunciou chamando a atenção do filho para ela o fazendo desviar seu olhar do meu.

- Ela não sairá daqui ! – Sua voz rugiu por todo o comudo enquanto ele apertava meu corpo contra o seu roubando todo o meu folego com aquele perto quase de morte.

- Zac está me machucando! – Exclamei baixinho apertando seu braço chamando sua atenção enquanto minhas costelas machucadas latejavam e queimavam de dor. – Minhas costelas estão quebradas vai terminar de quebra-las desse geito! – Sussurei apertando cada vez mais seus braços até que ele me ouviu e me soltou me colocando no sofá se ajoelhando á minha frente olhando meu rosto demostrando dor e preocupação.

- Como sabe que suas costelas estão quebradas? – Ele perguntou mostrando sua dor por me ter machucado, preocupação e confusão.

Suspirei baixinho extremecendo visivelmente quando a lembrança do meu pai me batendo no chão da sala enquanto minha mãe gritava para ele parar me fazendo grunhir de dor enquanto o sangue vertia da minha boca devido ao soco que ele me deu me fazendo cair de mal jeito pelas escadas.

Sacudi levemente a minha cabeça expantando aquela lembrança da minha mente focando meus olhos novamente enbaçados pelas lagrimas nos olhos azul escuro do Zac que agora exalava perigo e raiva quase me fazendo encolher contra o veludo do sofá negro.

- Me responda como sabe? Quando isso aconteceu? – Ele voltou a perguntar baixinho me fazendo estremecer de medo.
Porra ele parecia perigoso desse jeito.

- Filho pare .. – Levantei minha mão pedindo para que a mãe do Zac tivesse calma pedindo desculpa pela interrupção com um simples olhar que ela entendeu me dando um leve sorriso de desculpa na minha direção.

Foquei meus olhos nos do Zac que brilhavam com promessas de vingança e sangue, ergui minha mão novamente trasando lentamente a linha dura e mascula do seu maxilar o vendo relaxar aos poucos sobre o meu toque vendo seus olhos ficarem claros a cada segundo que passava.

Respirei fundo encontrando minhas forças para poder justificar minhas costelas quebradas, mas eu não sabia como o fazer sem assustar ninguém. Algo dentro de mim me dizia que eles não se assustariam com tão pouco, como se eles tivessem feito ou visto coisas pior que umas simples costelas partidas.

- Meu pai quebrou minhas costelas da ultima vez que ele me bateu antes da minha mãe conseguir algum dinheiro para eu fugir de casa á uma hora e meia atrás. Desde que sai de Long Island não parei de correr até chegar aqui estou fugindo dos maltrados do meu pai. – Eu sussurei desviando meus olhos dos dele que agora ardiam raivosos e vingativos.

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OMG OMG OMG Qual será a reação do nosso Poderoso Efron? O.O
Caramba Ashley seria e determinada? o.O
O carinho (sem nome ate segundas ordens) se culpando!
Zac se revelando um cara do mal UI eu quero!
AI caramba !!!
O que acharam do capitulo?
Comentem e me digam o que acharam!
Beijo e ate á proxima!
XOXO!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Capitulo 3


Sobre o olhar atento e confuso dos seus dois seguranças o belo desconhecido de olhos azuis me pegou em seus braços sem demostrar qualquer tipo de esforço, me fazendo assim rodear seu pescoço com os meus dois braços doloridos devido ás queimaduras das quedas, me colando mais a ele sentindo o calor que emenava do seu corpo atraves das roupas grossas que ele usava enquanto ele nos guiava atravez do jardim.

Enquanto caminhavamos em direção á enorme porta de entrada da mansão a brisa da noite batia em meus braços desnudos me fazendo arrepiar pelo frio, sem pensar duas vezes me encolhi contra o corpo quente do belo desconhecido recebendo de bom grado o calor dos seus braços que me apertaram ainda mais contra ele sem dizer uma unica palavra.

O meu corpo e a minha mente pediam por um pouco de descanso e paz, para poder começar a pensar com mais calma o próximo passo a ser tomado antes de agir para salvar a minha mãe daquela casa onde eramos maltratadas desde sempre, ou talvez somente para poder finalmente ter uma noite de descanso interropeta para recarregar as baterias para o que estava pra vir.

A imagem da minha mãe e da minha tia abraçadas a chorar enquanto eu corri para longe dali ainda estavam frescas em minha mente, fazendo meus olhos arderem e a minha garganta se fechar enquanto novas lágrimas se formavam dentro de mim. Minha mãe era a unica pessoa no mundo que eu queria do meu lado, ela sempre havia lutado por mim me dando a oportunidade de ter um futuro quando o meu proprio pai se negou a isso.

Eu a amava com todas as celulas cansadas do meu corpo.

Eu precisa de arranjar uma maneira de salvar a minha mãe e a minha tia daquele lugar cheio de dor e sofrimento, mas como? Como voltar lá sem que eu volte a ser espancada ou até mesmo apanhada pelo meu pai?

Ao ver que entravamos pela enorme porta da mansão do belo desconhecido a minha respiração engatou me deixando arfante e nervosa a cada passo que ele dava atravez do gigante e bem decorado hall de entrada nos conduziando agora por enorme corredor nos fazendo chegar a uma sala onde estavam sentados três homens e quatro mulheres concerteza uma delas ali era mulher do belo desconhecido.

Com esse pensamento as lágrimas que eu combatia após me lembrar da minha mãe vazaram enquanto eu me debatia no colo dele tentando me soltar chamando a atenção das oito pessoas ali presentes que estavam de olhos abertos e chocados na nossa direção, meu coração estava apertado com a possibilidade de ele ter um mulher. Meu deus era sorte demais ele ser solteiro!

Mas o que isso interessa afinal? Nunca ele iria se interessar por mim! Preciso de ir embora!

- Shiuu pequena eu estou aqui lembra? – A voz baixa e calma dele fez com que um enorme saluço rompesse pelos meus lábios fazendo todos os presentes correrem até nós me fazendo encolher de medo.

Meu deus o que eu estou fazendo aqui?

Eu não sabia o que fazer nesse momento enquanto todos nos rodeavam fazendo perguntas silenciosas em direção ao homem que ainda me segurava como se eu fosse uma criança contra o seu peito. O desconforto que eu sentia em minha garganta era enorme enquanto minhas lágrimas me impediam de ver seus rostos nitidamente e o meu peito doia por uma razão completamente desconhecida para mim. Ou talvez conhecida? Eu não sabia mas doia!

- Zac meu filho quem é essa moça? Porque que ela está toda machucada? E o que são esses cortes em seu rosto? – Ouvi a voz chorosa de uma mulher chegar aos meus ouvidos me fazendo balançar minha cabeça fazendo minha vista ficar livre das lágrimas.

A mulher que se encontrava á minha frente olhava todo o rosto do seu filho á procura de mais respostas ou até mesmo ferimentos existentes, seus olhos estavam tristes mostrando toda a sua preocupação enquanto seu rosto estava controcido em confusão e curiosidade.

- Uma pergunta de cada vez mamãe vamos para a sala preciso colocar a menina sentada. Depois eu respondo a todas as suas perguntas. – Apertei fortmente o pescoço do Belo Desconhecido enquanto ele caminhava para a sala nós sentando num pequeno sofá que ali havia sem me tirar do seu colo.

Olhei para ele completamente confusa ao ver que ele não fazia questão de me soltar enquanto olhava seus familiares se acomudarem em torno da sala grande e decorada em tons de dourado e preto dando um ar misterioso ao ambiente.

Quando olhei novamente para os familiares do belo homem que me protegia, reparei que todos mantinham os olhos em nós mostrando sua confusão e curiosidade á cerca da minha presença aqui ou seria por eu estar sentada no colo dele tão confortavelmente?

Sentindo todo o meu rosto queimar de vergonha e medo tratei de me encostar ao peito largo e quente do belo desconhecido fazendo com que ele passe-se seus braços fortes em volta da minha cintura para logo depois colar sua boca no meu ouvido sussurante um doce e meigo “relaxa” para mim fazendo todo o meu corpo se derreter contra ele sem ao menos eu dar conta de tal ato.

Eu voltei a encarar novamente todos ali me sentindo envergonhada por estar invadindo um ambiente familiar quase que violentamente. A mulher que á pouco havia quase sufocado o belo desconhecido com perguntas sorria maternalmente na minha direção me deixando confortavel, ao seu lado estava um belo homem com cabelos castanhos claros que enlançava a cintura da mulher como se a protegesse de allgum perigo enquanto sua mão livre estava entrelaçada á mão da mulher em sua coxa.

A imagem que o casal á minha frente me passava era de complicidade, apoio e amor incondicional fazendo com que o meu coração se apertasse desejando poder um dia ter um companheiro assim para mim.

Será que um dia eu teria isso para mim?

- Zac mano você ainda não respondeu ás perguntas da sua mãe já estamos todos acomudados como você mandou e nada de voce abrir o verbo pra nos explicar quem é essa moça e o porque de ela estar quase se fundindo a você e porque dela estar machucada assim como voce! – Pulei de susto no colo do belo desconhecido quando ouvi uma voz grossa se prenunciou do meu lado esquerdo me fazendo encolher novamente contra o meu salvador que me apertou contra ele me confortando com um simples aperto na minha cintura.

Levantei o meu rosto completamente corado olhando para o rosto bonito do meu salvador e vi que ele encarava o homem que havia me assustado com raiva. Soltei um baixo suspiro e timidamente coloquei minha mão em seu rosto chamando a sua atenção para mim o que ele fez previamente me olhando confuso e ao mesmo tempo toda a raiva em seu olhar se foi dissolvendo trocando o sentimento por outro.

- Não precisa ficar com raiva do seu amigo ele não fez por mal. – Sussurei indo em defesa do desconhecido que havia me assustado deixando todos supresos ao ouvir a minha voz enquanto não tirava a mão do rosto dele que por incrivel que pareca nao me deixava com nojo e sim com vontade de ali ficar.

Era estranho todo o que eu era capaz de sentir somente com o olhar e um toque sobre esse homem, mas parecia que eu não conseguia evitar tais sentimentos como se algo me puxasse para acalma-lo e fazer com que sua raiva se dissirpasse do seu sistema sangueneo.

- Não queria que ele a assustasse. – Ele sussurou na minha direção fazendo o seu halito quente bater me meu rosto me deixando ainda mais relaxada. – Ele foi rude com suas palavras. – Sua mão grande que descansava em meu quadril subiram minhas costas enquanto eu me indireitava em seu colo me aconchegando ainda mais em seu calor dando um suspiro aliviado quando senti meu corpo estremecer enquanto recebia aquelas ondas de calor gostosas.

- Não tem importancia. Eu estava olhando seus pais e acabei me distraindo por isso me assustei nao estou acustumada com tanta gente numa casa só. – Falei enquanto movia meus dedos pela barba rala do seu queixo o deixando ainda mais relaxado com o meu carinho.

Com cuidado trasei o corte em sua boca com um simples roçar de dedos o fazendo suspirar enquanto pegava delicadamente em minha mão levando-os á sua boca beijando a cabeça dos dedos com carinho devido ás pequenas feridas que eu ali tinha.

- Agente gostaria muito de poder dizer que essa cena presenciada é muito fofa, porque sinceramente é fofa digna de inicio de romance literário mas agente se perdeu aqui! – Uma voz femenina roupeu pela sala vazia chamando a nossa atenção quebrando o encantado da pequena bolha que estavamos formando á nossa volta e eu estremeci com medo que ela fosse sua mulher.

Oh deus eu estava sentada no colo de um homem casado?

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OLA MENINAS!!!
Voltei com mais um capitulo! Hoje só termos este capitulo vou mudar Another Time para Sabado porque eu agora á quarta feira nao tenho lá muito tempo :s
Bom agora vamos as especulações!!
OMFG Será que Zac é casado?
Sera que nao é?
Será que a familia dele aprova?
OMG OMG OMG *-*
Espero que tenham gostado!
Comentem PRA CARAMBA senao sem comentarios sem post e sem post o blog morre u.u
Bom ate ao proximo capitulo beijos!!
XOXO

terça-feira, 30 de julho de 2013

Capitulo 2

Eu não sabia o que fazer enquanto olhava nos olhos daquele desconhecido que mantinha a mão grossa estendida na minha direção. Seus olhos azuis escuros pela noite me transmitiam uma confiança e uma segurança tão grande que cheguei a ter medo de toda essa bolha que se estava formando á minha volta.

Olhei em volta de novo e depois para o carro que estava a poucos metros de nós eu não sabia o que se estava passando comigo, mas quando vi eu já tinha a minha mão suja estendida na direção da dele para logo ele pegar nela e com cuidado me puxar para cima fazendo todo o meu corpo estremecer quando as nossas mãos se tocaram mesmo que a dele estava coberta por luvas negras brilhantes dando um ar mais sério a ele.

Fiquei tensa no momento em que eu senti seus braços nas dobras dos meus joelhos para assim me erguer em seus braços mostrando uma facilidade incrível em pegar em mim. Meus braços voaram para o pescoço dele assim que me vi colada nele procurando o seu calor corporal. Assim que o meu corpo encontrou o calor corporal que tanto desejava todo ele relaxou deixando meu corpo mole pelo esgotamento e pelas lágrimas que eu derramei durante toda a corrida.

Assim que permiti fechar os meus olhos a minha consciência pesou sabendo que no momento em que fugi deixei minha mãe sofrendo nas mãos crueis do meu pai. Quando dei por mim um soluço alto de dor rompeu o meu peito chamando a atenção do desconhecido que apertou o meu corpo contra o seu fazendo meu peito se encher de esperança e de algo mais que eu não sabia dizer o que era.

- Shiu está tudo bem pequena. Agora você está segura. - Ele sussurrou no meu ouvido e eu estremeci sentindo meu corpo relaxar novamente com a voz doce e grossa que sussurrou em meu ouvido.
Quando dei conta ele já abria a porta do lado do passageiro para eu entrar, mas ele não me colocou no chão para eu poder entrar no carro simplesmente me sentou com todo o cuidado para logo depois se afastar de mim e fechar a porta do carro.

Limpei minhas lágrimas com ambas as mãos, mas logo me arrependi quando senti os arranhões em minha pele arderem com o contacto da água dos meus olhos. Olhei minhas mãos que continham alguns ranhões que eu havia feito quando caiu e de quando eu gatinhei até ao cantinho para deixar o suposto carro passar.

Soltei um suspiro alto olhando as minhas feridas e vi o estrago que eu havia feito nelas, neguei com a cabeça e fechei as minhas mãos em punho sentindo minhas unhas se afundar em minhas palmas já feridas e gemi de dor. Ouvi um pequeno rosnado vindo do banco de trás e me virei cuidadosamente para trás por causa das minhas feridas das costas que ainda ardiam um pouco.

Fiquei um pouco assustada quando vi um enorme pastor alemão de olhos azuis olharem para mim atentamente como se se analisa cada expressão minha. Estudei atentamente o cachorro que ainda me encarava. Com alguma cautela levantei minha mão e acariciei de leve o pelo macio dele e ele se levantou de onde estava e esticou o pescoço fel peludo ficando com o focinho de encontro ao meu rosto. Ofeguei com a surpresa e logo um sorriso enorme e verdadeiro apareceu no meu rosto sem que eu conta disso e fiz um carinho no seu pescoço fofo e dei um beijo no focinho do cachorro que latiu e me lambeu deixando um rasto de baba em meu rosto. Dei uma pequena risadinha e continuei a acariciar o pelo macio do cachorro que agora estava com as patas em cima do meu colo enquanto eu acariciava sua pelo bonito.

Só reparei que não estava sozinha quando o estranho soltou uma risadinha grossa chamando a minha atenção e como se fosse automático todo o meu medo volto levando o meu primeiro sorriso embora tão rápido como ele veio.

Vi que o estranho carregou num comando em sua mão ainda vestida pelas luvas e logo os portões de aço se abriram lentamente mostrando uma imponente mansão.

Será que ele era dono daquilo tudo? Quem ele era afinal? Porque que ele tava me ajudando? Porque que ele se vestia como um mafioso?

Todas essas perguntas rodavam minha mente em busca de respostas ao qual eu não encontrava respostas. Pelo menos não agora.

Ele entrou na enorme propriedade assim que o portão imponente terminou de abrir e logo reparei que havia vários seguranças ali apostos como se houvesse um ataque momentâneo a qualquer momento, como se houvesse um perigo rodando toda aquela casa e quem vivesse dentro daquela propriedade estava a salvo.

A casa era de uma estilo londrino, 2 andares e bastante longa, havia mais de 30 janelas só da parte dianteira da casa e só as luzes da parte de baixo estavam acessas. Observei o enorme jardim bem arranjado, relva aparada e havia algumas arvores em cada canto ou esquina do jardim gigante que devia rodear toda a propriedade.

Engoli em seco quando vi que dois dos seguranças caminharam até ao carro quando ele parou perto da porta de entrada principal.

Será que ele ia me prender?

Quem seria ele?

Porque que eu aceitei entrar dentro desse carro?

O medo tomou conta de mim quando ele abriu a minha porta juntamente com a de trás para que o enorme cachorro sai-se de lá. Ele me estendeu a mão e eu hesitei olhando os dois enormes homens ali parados que me encaravam. Eles mantinham uma expressão dura e fria e vi que na cintura de ambos repousava uma arma de fogo o que fez todo o meu corpo se encolher no banco chamando assim a atenção do cachorro que esperava pela minha saída ao lado do dono.

Estremeci quando as imagens do meu pai voltaram á minha mente, minhas mãos suavam e eu termia por inteiro e isso chamou a atenção do estranho e dos seus seguranças que recuaram perante o meu medo franzindo o sobrolho quando se entreolharam.

O homem estranho se ajoelhou á minha frente tirando seu chapéu o colocando na cabeça do cachorro que não se importou e continuou na mesma posição que estava me olhando. Seus cabelos eram loiros com um corte bagunçado, barba rala, olhos azuis mar e boca levemente vermelha e me assustei um pouco quando vi que seu canto direito do olho sangrava um pouco. Com a mão tremendo passei meus dedos gelados
levemente por ali e ele gemeu de dor e estremeceu perante meu toque gelado. Uma das suas mãos tirou minha mão dali e abriu a palma da minha mão vendo os pequenos arranhões ali.

Seus dedos agora livres das luvas traçaram os meus ferimentos que doíam levemente e ele logo me olhou com um carinho evidente expresso em cada feição.

- Eu vou cuidar de você! - Sua voz era baixinha e só quem tivesse muito perto poderia ouvir sua pequena frase carregada de verdade e sinceridade.

Aquilo me suou a uma promessa.